Estudando imagens de ressonância magnética de áreas do cérebro de pessoas apaixonadas, a equipe da professora Lucy Brown, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, de Nova York (EUA), tenta descobrir por que o amor é tão poderoso e por que ser rejeitado é igualmente tão doloroso.Para isso, voluntários foram convidados a observar uma foto de seus amados enquanto eram examinados.Os cientistas descobriram que a área do núcleo caudado do cérebro – à qual estão relacionados aos desejos – tornava-se muito ativa.O tegmento ventral, produtor de dopamina (neurotransmissor que afeta prazer e motivação), também se tornou bastante ativo. Os pesquisadores acreditam que, quando nos apaixonamos, o tegmento ventral inunda o núcleo caudado com dopamina, que envia sinais pedindo mais doses desse neurotransmissor.– Quando você está apaixonado, torna-se ativo exatamente o mesmo sistema acionado com a ingestão de drogas como a cocaína. Em ambos, a pessoa sente uma intensa sublimação – diz Helen Fisher, uma das participantes do estudo

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