Primeiro - sexo não é moral, imoral ou amoral. Os indivíduos em volta dele é que dão as conotações de moralidade, imoralidade ou mesmo de amoralidade, o que é muito pior já que não tem uma coisa nem outra.
O erro não está em praticar o sexo e sim em como se pratica o sexo. O papel do Espiritismo não é impor restrições, mas alertar para as conseqüências do sexo promíscuo. E faz isso muito bem.
Cabe a cada um escolher o caminho a seguir.
Segundo - amor é sempre amor. Não há duas formas de amar. Há sim, pessoas que pensam que amam. E é exatamente o que mais existe por aí:
casais ciumentos, possessivos, infiéis, que pouco se respeitam, que procuram sexo apenas por prazer, e por aí vai…Ora, claro que isso tudo nada tem a ver com amor.
Quem quiser entender melhor como o Espiritismo vê o sexo, baixe o CD
Divaldo Franco Responde vol. 2, e ouça a faixa 3, “A Sublimação Sexual”. É bem interessante
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